Entrevista para o site “Como eu escrevo”

Na semana passada, dei uma entrevista para o José Nunes Cerqueira, que coordena um projeto muito legal, o site "Como eu escrevo", que reúne entrevistas com escritores contemporâneos falando a respeito do seu processo de escrita. A ideia é muito interessante: todo mundo se sente bloqueado às vezes, seja para escrever um texto, seja para … Continue lendo Entrevista para o site “Como eu escrevo”

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Obras Inquietas – 63. “O ódio” (1896), de Pietro Pajetta

Na minha coluna dessa semana no "Obras Inquietas" lá no Artrianon, eu falei sobre um quadro do pintor Italiano Pietro Pajetta, "O ódio" (1896), que, bom, como dá para ver pela imagem, captura o exato momento em que começará uma necrofilia. Ele está baseado em duas situações diferentes, mas complementares. O fato - a violação … Continue lendo Obras Inquietas – 63. “O ódio” (1896), de Pietro Pajetta

Nada em excesso – a Taça de Pitágoras

Quem leu o meu livro "Não há amanhã", sabe o quanto admiro a doutrina pitagórica. O conto "O último pitagórico" possui várias frases do filósofo grego desconstruídas e amplificadas dentro da narrativa, em uma verdadeira "carnavalização pitagórica". Mas também apresenta uma inquietação: se a principal ideia de Pitágoras era que tudo podia ser transformado em … Continue lendo Nada em excesso – a Taça de Pitágoras

Sir Walter Scott e a melhor das mortes

As pequenas maravilhas que descobrimos sem querer: alguns dias atrás, estava lendo uma biografia de sir Walter Scott, o autor de clássicos como "Ivanhoé" e "Waverley", e deparei-me com um resumo dos últimos anos de vida do escritor escocês. Após uma síntese seca das doenças que lhe afligiam, surge a seguinte informação: "Nos derradeiros meses … Continue lendo Sir Walter Scott e a melhor das mortes

Crônica: “O mundo nos olhos de um cavalo”

Outra crônica que publiquei no jornal Em Questão, do Alegrete. O que mais gostei nesse texto foi a minha serenidade na condição de autor. Em geral, escrever é um ato que tenta disciplinar (sem sucesso) o caos interno de dezenas de vozes e ideias que se jogam, potros enlouquecidos tentando escapar do cativeiro mental ao … Continue lendo Crônica: “O mundo nos olhos de um cavalo”

Capas de livros que são obras de arte: “Os sofrimentos do jovem Werther”, de Johann Wolfgang von Goethe

Capas de livros também são obras de arte. Quem nunca comprou um livro pela capa que jogue a primeira pedra. Recebo muitas capas instigantes de livros. As pessoas sabem que gosto de um livro bem feito, não só no conteúdo quanto na forma, e o cartão de apresentação de um livro é a sua capa. … Continue lendo Capas de livros que são obras de arte: “Os sofrimentos do jovem Werther”, de Johann Wolfgang von Goethe

Obras Inquietas. 62 – “Anima dannata” (1619), de Gian Lorenzo Bernini

Sou um aficcionado pelas esculturas de Bernini e, no texto que escrevi para o Obras Inquietas dessa semana, falei de um busto que ele esculpiu em torno de 1619, na época em que ainda era jovem e estava testando o seu estilo. Depois Bernini ficaria mais sutil, mais diáfano - é incrível como consegue deixar … Continue lendo Obras Inquietas. 62 – “Anima dannata” (1619), de Gian Lorenzo Bernini

O que realmente importa para uma pessoa

Achei uma história bonita. Está no livro "Como os advogados salvaram o mundo", de José Roberto de Castro Neves, que saiu recentemente pela Editora Nova Fronteira. Existiu um tempo em que os juízes das Cortes Supremas eram respeitados como as pessoas mais justas da nação. Claro que a história bonita aconteceu em outro país, mas … Continue lendo O que realmente importa para uma pessoa

Obras Inquietas – 61. “Autoretrato com máscaras” (1899), James Ensor

Nessa semana, no Obras Inquietas lá no Artrianon (www.artrianon.com), eu falei sobre "Autoretrato com máscaras", obra do pintor belga James Ensor. Não tão conhecido quanto outros pintores do mesmo período (apesar de ser renomado na Europa), o que torna Ensor um artista notável é a sua capacidade de retratar multidões como uma forma de crítica … Continue lendo Obras Inquietas – 61. “Autoretrato com máscaras” (1899), James Ensor