Sir Walter Scott e a melhor das mortes

As pequenas maravilhas que descobrimos sem querer: alguns dias atrás, estava lendo uma biografia de sir Walter Scott, o autor de clássicos como "Ivanhoé" e "Waverley", e deparei-me com um resumo dos últimos anos de vida do escritor escocês. Após uma síntese seca das doenças que lhe afligiam, surge a seguinte informação: "Nos derradeiros meses … Continue lendo Sir Walter Scott e a melhor das mortes

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Crônica: “O mundo nos olhos de um cavalo”

Outra crônica que publiquei no jornal Em Questão, do Alegrete. O que mais gostei nesse texto foi a minha serenidade na condição de autor. Em geral, escrever é um ato que tenta disciplinar (sem sucesso) o caos interno de dezenas de vozes e ideias que se jogam, potros enlouquecidos tentando escapar do cativeiro mental ao … Continue lendo Crônica: “O mundo nos olhos de um cavalo”

Capas de livros que são obras de arte: “Os sofrimentos do jovem Werther”, de Johann Wolfgang von Goethe

Capas de livros também são obras de arte. Quem nunca comprou um livro pela capa que jogue a primeira pedra. Recebo muitas capas instigantes de livros. As pessoas sabem que gosto de um livro bem feito, não só no conteúdo quanto na forma, e o cartão de apresentação de um livro é a sua capa. … Continue lendo Capas de livros que são obras de arte: “Os sofrimentos do jovem Werther”, de Johann Wolfgang von Goethe

Obras Inquietas. 62 – “Anima dannata” (1619), de Gian Lorenzo Bernini

Sou um aficcionado pelas esculturas de Bernini e, no texto que escrevi para o Obras Inquietas dessa semana, falei de um busto que ele esculpiu em torno de 1619, na época em que ainda era jovem e estava testando o seu estilo. Depois Bernini ficaria mais sutil, mais diáfano - é incrível como consegue deixar … Continue lendo Obras Inquietas. 62 – “Anima dannata” (1619), de Gian Lorenzo Bernini

O que realmente importa para uma pessoa

Achei uma história bonita. Está no livro "Como os advogados salvaram o mundo", de José Roberto de Castro Neves, que saiu recentemente pela Editora Nova Fronteira. Existiu um tempo em que os juízes das Cortes Supremas eram respeitados como as pessoas mais justas da nação. Claro que a história bonita aconteceu em outro país, mas … Continue lendo O que realmente importa para uma pessoa

Obras Inquietas – 61. “Autoretrato com máscaras” (1899), James Ensor

Nessa semana, no Obras Inquietas lá no Artrianon (www.artrianon.com), eu falei sobre "Autoretrato com máscaras", obra do pintor belga James Ensor. Não tão conhecido quanto outros pintores do mesmo período (apesar de ser renomado na Europa), o que torna Ensor um artista notável é a sua capacidade de retratar multidões como uma forma de crítica … Continue lendo Obras Inquietas – 61. “Autoretrato com máscaras” (1899), James Ensor

Entrevista minha para o Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé

No final do ano passado, eu dei uma longa entrevista para a Fernanda Couto no Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé, e achei que a entrevista tivesse ido ao ar somente na época em que o programa foi veiculado. Mal sabia eu que existe uma coisa chamada YouTube, para onde vão os vídeos antes … Continue lendo Entrevista minha para o Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé

Lygia Fagundes Telles e a estrutura da bolha de sabão

Hoje cedo meu espaço de escritura aqui no blog para uma das maiores escritoras brasileiras: Lygia Fagundes Telles. É imperativo prestar minha reverência àquela que é uma das maiores contistas que o Brasil possui. Tudo por que ontem, em uma visita ao Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS, vi uma fantástica máquina que cria … Continue lendo Lygia Fagundes Telles e a estrutura da bolha de sabão

Obras Inquietas – 60. “A Garota Cega” (1856), Sir John Everett Millais

Nessa semana, no "Obras Inquietas", eu tratei de um dos meus pintores favoritos, Sir John Everett Millais. Preferi uma obra nem tão conhecida, mas que encerra uma série de significados. Em "A Garota Cega" (1856), as duas irmãs estão na beira da estrada quando ocorre um duplo arco-íris, que deixa assustada a que enxerga. A … Continue lendo Obras Inquietas – 60. “A Garota Cega” (1856), Sir John Everett Millais