Os que não cheiram a medo

Sempre que me falam de arte ou de literatura contemporânea, eu digo que não me considero contemporâneo, pois não tenho "cheiro de medo". Quase todos me olham com incompreensão. Melhor dizendo: todos me olham com incompreensão. Na realidade, estou brincando com uma pequena história contada pelo Juan Gelman e relatada pelo Eduardo Galeano em "O … Continue lendo Os que não cheiram a medo

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Obras Inquietas – 39. “A Vida e a Morte” (1916), Gustav Klimt

Nessa semana na minha coluna Obras Inquietas, no Artrianon, tive a oportunidade de falar de um dos pintores que mais admiro: Gustav Klimt. Em "A Vida e a Morte", Klimt deixa de lado as mulheres etéreas ou as paisagens vagas e trata, de forma simbólica, da relação entre uma vida que insiste em preservar aquilo … Continue lendo Obras Inquietas – 39. “A Vida e a Morte” (1916), Gustav Klimt

Obras Inquietas – 38. “Finis – O Fim de todas as coisas” (1887), Maximilian Pirner

Na minha coluna dessa semana no "Obras Inquietas", escrevi sobre um quadro tão repleto de simbolismos que não foi decifrado até os dias atuais. Em "Finis - O Fim de todas as coisas", o artista tcheco Maximilian Pirner deu a sua versão para o que acontecerá no fim do mundo, e fez de maneira tão … Continue lendo Obras Inquietas – 38. “Finis – O Fim de todas as coisas” (1887), Maximilian Pirner

Dois cadáveres frente a frente

Alguns dias atrás, o Canadá descriminalizou o duelo. A partir de agora, está legalmente aceito em terras canadenses o uso de duelos para arbitrar conflitos de uma maneira civilizada. Mas não nos empolguemos: na realidade, a legislação já existia. A circunstância dela não ter sido revogada em uma recente alteração legislativa no Canadá levou a … Continue lendo Dois cadáveres frente a frente

Obras Inquietas – 37. “O suicida” (1880), Édouard Manet

Nessa semana na coluna "Obras Inquietas", eu tratei de um pequeno quadro de Édouard Manet - pequeno no sentido de dimensões, ele possui em torno de 30 cm X 46 cm - que, sem firulas, aborda um assunto considerado tabu até hoje: o suicídio. O quadro é ainda mais singular pelo seu mistério, pois ninguém … Continue lendo Obras Inquietas – 37. “O suicida” (1880), Édouard Manet

Texto publicado no jornal Zero Hora (01/07/2017): “A arte de viver no vulcão”

Ontem saiu no jornal Zero Hora um artigo que escrevi sobre os espíritos que moram no fundo dos vulcões, sobre a Margaret Atwood e o texto empolgado que ela escreveu com dicas de como os artistas deviam se comportar sob a égide de Trump, e terminei com Ezra Pound e a função da literatura, tudo … Continue lendo Texto publicado no jornal Zero Hora (01/07/2017): “A arte de viver no vulcão”

Resenha do livro: “A arte do estilo”, de Henry James e Robert Louis Stevenson (org. Marina Bedran)

Escrevi para o Amálgama ( www.revistaamalgama.com.br ) uma resenha sobre o livro "A arte do estilo", que reúne ensaios e a correspondência mantida entre Henry James e Robert Louis Stevenson. Um diálogo epistolar educado, repleto de argumentos inteligentes e de frases que poderiam muito bem figurar nas obras de qualquer um deles, de tão poéticas e cristalinas. … Continue lendo Resenha do livro: “A arte do estilo”, de Henry James e Robert Louis Stevenson (org. Marina Bedran)