Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (20/10/2015): “Vamos ser mais cruéis com nossos semelhantes”

Na minha coluna desta semana no Medium da Dublinense, falei sobre escritores cruéis com personagens e também sobre criações que dão uma sova no seu demiurgo. Ao contrário do que o senso comum dita, acredito que escritores que não sejam cruéis nem deveriam estar escrevendo. Nos tempos atuais, existe uma exasperadora vontade de buscar a … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (20/10/2015): “Vamos ser mais cruéis com nossos semelhantes”

Anúncios

OK, agora sou um velho

Em uma conversa recente, perguntaram-me qual o momento em que tomei consciência de que era um adulto. A resposta veio fácil: foi o dia em que alguma pessoa, em lugar não mais lembrado, chamou-me de “senhor”. Não “guri”, “moço”, “cara” ou  "tu aí”; foi um vistoso “bom dia, senhor”. Eu ultrapassara a barreira da irresponsabilidade … Continue lendo OK, agora sou um velho

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (13/10/2015): “Por um mundo com mais mau humor”

Comecei a escrever uma coluna semanal na revista eletrônica da editora do meu livro, a Dublinense (www.dublinense.com.br), onde tratarei de... não sei qual o assunto. Deram-me carta branca. A license to kill. Só fizeram a necessária ressalva de que não seria legal fazer textos racistas ou preconceituosos, mas, como alertei a corajosa Julia Dantas, irei … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (13/10/2015): “Por um mundo com mais mau humor”

Texto novo no Literatortura (08/10/2015): “Os livros insolentes”

Na coluna que escrevi para o Literatortura (www.literatortura.com), tratei dos livros que invadiram e se instalaram na minha biblioteca, e não sei como isto aconteceu. Também falo que estes livros, por mais bobos que aparentam ser, também representam o oxigênio para os outros livros, mais sérios e com finalidades claras. No meio do texto, menciono … Continue lendo Texto novo no Literatortura (08/10/2015): “Os livros insolentes”