Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (24/05/2016): “De colete desabotoado e sem gravata”

Na minha coluna no Medium da Dublinense nessa semana, eu tentei explicar o motivo pelo qual estou permanentemente alienado do mundo ao redor. Não é uma conduta intencional, mas mera questão de tempo - e de sobrevivência da minha reflexão. Não consigo ler jornais e acompanhar programas de televisão quando os considero superficiais, mal redigidos … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (24/05/2016): “De colete desabotoado e sem gravata”

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Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (17/05/2016): “A liberdade de pensar é à prova de balas”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, falei sobre alguns tristes momentos da História do Mundo em que livros foram queimados. Comecei lembrando da queima de livros na Alemanha do Terceiro Reich (cuja data lembramos na semana passada) e passei pela Suméria, pela Babilônia, pela Grécia e pela Roma Antiga, mas também aproveitei … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (17/05/2016): “A liberdade de pensar é à prova de balas”

Texto publicado no Literatortura (13/05/2016): “A última vez”

Na minha coluna dessa semana no Literatortura, tratei de como é importante nos concentrarmos no momento vivido ao invés de ficar tentando capturá-lo de qualquer forma. É algo que tenho observado: a quantidade de gente hipnotizada por aparelhos eletrônicos, incapazes de se concentrarem nas outras pessoas e de estabelecerem laços com os problemas humanos. Estou fazendo um … Continue lendo Texto publicado no Literatortura (13/05/2016): “A última vez”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (10/05/2016): “Como sobreviver ao apogeu da era do clichê”

Na minha coluna no Medium da Dublinense dessa semana, falei de um dos maiores males da atualidade: a disseminação acelerada de clichês. As pessoas desaprenderam a pensar com as próprias palavras, e a imaginar livremente, e isto faz com que todo mundo fique repassando as mesmas ideias mastigadas. Mas também falei das insuportáveis analogias entre … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (10/05/2016): “Como sobreviver ao apogeu da era do clichê”

Texto publicado no Literatortura (05/05/2016): “Para quê escrever ficção?”

Na minha coluna dessa semana para o Literatortura, tentei responder a uma das mais ancestrais questões: existe algum motivo para escrevermos ficção? Uma das definições possíveis para o homem, algo que distinguiria o humano do animal, seria a capacidade de criar ficções. Mas, já estamos lotados de histórias, nossas e dos outros. Por qual motivo … Continue lendo Texto publicado no Literatortura (05/05/2016): “Para quê escrever ficção?”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (03/05/2016): “A vida, essa baleia branca que tenta nos matar”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu tratei sobre o maior medo dos seres humanos: encontrar o momento perfeito - ou a obra ideal - e não ser capaz de confrontá-lo. De lambuja, falei de Hawthorne e de Melville, uma das belas amizades forjadas através da literatura, do filme "No coração do … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (03/05/2016): “A vida, essa baleia branca que tenta nos matar”

Texto publicado no Literatortura (29/04/2016): “Indagações sobre o olhar de um cachorro”

Na minha coluna da semana passada no Literatortura, falei sobre cachorros e gatos.Não nego que sou um "cachorreiro", ainda que simpatize com todos os bichos. Quem não gosta de bichos não deve gostar de seres humanos. Mas minha reflexão começou ao tentar escrever uma breve elegia para um cachorro morto e descobrir, um pouco inquieto, … Continue lendo Texto publicado no Literatortura (29/04/2016): “Indagações sobre o olhar de um cachorro”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (26/04/2016): Eu, Gustavo M. C., plagiado e se divertindo”

Na minha coluna da semana passada no Medium da Dublinense, falei de como fui recentemente plagiado - e das atitudes que eu e outros escritores tomamos quando isto acontece. Conforme referi, o plágio não me irrita ou chateia, ele me diverte. Ainda mais nos temos atuais, em que basta colocar qualquer frase "suspeita" no Google … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (26/04/2016): Eu, Gustavo M. C., plagiado e se divertindo”