O fascínio de um poema: “Confidência do Itabirano”, de Carlos Drummond de Andrade

O que eu mais gosto nesse vídeo é o fascínio com que as pessoas se entregam para a ruptura insólita no cotidiano trazida por um poema. Os olhares ficam distantes, as bocas se contraem em sorrisos quase distraídos e, mesmo sem querer, as pessoas se perdem nos meandros de uma poesia que, por meio de … Continue lendo O fascínio de um poema: “Confidência do Itabirano”, de Carlos Drummond de Andrade

Anúncios

Dizer as palavras que realmente importam

Quando era bem mais novo, e estava ainda começando no Direito, eu assistia a uma série de televisão que passava na Fox Brasil, "The Practice" ("O Desafio" na versão em português). Era o seriado que melhor expressava as realidades, dores e pequenas alegrias do Direito. Um grupo de advogados jovens querendo mostrar serviço, às vezes … Continue lendo Dizer as palavras que realmente importam

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (12/01/2016): “Anticonselhos para ter estilo”

Na minha coluna da semana passada no Medium da Dublinense, eu resolvi falar sobre a importância de ter estilo em um mundo cada vez mais massificado e ansioso por regras de comportamento que possam seguir. Mas também falei de listas e dicas que tentam nos ensinar a escrever (ou a viver) melhor, falei da pessoa … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (12/01/2016): “Anticonselhos para ter estilo”

Crônicas de um ano inteiro: “Outonizar-se com dignidade”

Fui convidado a integrar um belo projeto chamado "Crônicas de um ano inteiro", uma página no Facebook que tem a seguinte proposta: a cada dia da semana, uma pessoa escreverá uma crônica sobre um assunto do cotidiano, e todos serão disponibilizados na internet. Ao final de um ano, teremos uma crônica a cada dia da … Continue lendo Crônicas de um ano inteiro: “Outonizar-se com dignidade”

Os guarda-chuvas sempre morrem no final

Entre as dezenas de fatos irrelevantes que me fascinam, um deles é o comportamento dos guarda-chuvas. Em geral eles andam pelas casas e gavetas, esquecidos, e só aparecem em dias de chuva. Também são facilmente esquecíveis, e gostaria muito de saber para onde vão todos os guarda-chuvas perdidos no mundo - imagino algo como um … Continue lendo Os guarda-chuvas sempre morrem no final