Elizabeth Sagan: como a fotografia com livros pode contar histórias

Nos últimos tempos, tenho me posicionado de forma contrária à crescente fetichização do livro, que  o trata mais como um objeto inerte e passível de intervenções artísticos levando em consideração somente o seu aspecto material do que como aquilo que ele realmente representa, ou seja, a porta de entrada para outros mundos e novas ideias. … Continue lendo Elizabeth Sagan: como a fotografia com livros pode contar histórias

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Emerson e um credo pessoal

Há alguns dias penso no trecho de um ensaio de Ralph Waldo Emerson no qual ele afirma que as bibliotecas seriam gabinetes mágicos que reúnem muitos espíritos aprisionados no interior de livros. Cada volume contendo histórias seria um objeto espacialmente determinado (tamanho, espessura, páginas), mas o infinito se projeta para o seu interior, pois, antes … Continue lendo Emerson e um credo pessoal

Texto (e fotos) publicado no site “Por que hoje é sábado”, edição especial “Mulheres lendo” (16/07/2016)

Quem me conhece, sabe que, entre as dezenas de assuntos que me interessam (para ficar em alguns mais recentes, encontro-me lendo sobre o sistema jurídico da Atenas antiga e sobre as evoluções do conceito de virtude em Samuel Richardson e Marquês de Sade), estão as mulheres leitoras e, em especial, a forma com que a … Continue lendo Texto (e fotos) publicado no site “Por que hoje é sábado”, edição especial “Mulheres lendo” (16/07/2016)

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (24/11/2015): “Os livros que eu gostaria de ler no meio de um jantar enfadonho”

Nos últimos tempos, na minha vida, parece que as reuniões enfadonhas se tornaram norma - assim como as palestras e bate papos chatos. Raras são as pessoas que me dão prazer genuíno de encontrar para conversar. O mundo se tornou um grande Grenal, ou Fla-Flu, em que ignorantes destilam opiniões à esmo sem sequer saber … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (24/11/2015): “Os livros que eu gostaria de ler no meio de um jantar enfadonho”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (27/10/2015): “Os livros que nunca leremos”

Na minha coluna da semana passada no Medium da Dublinense, escrevi sobre um assunto que me fascina: os livros que não existem. Aqueles que acreditamos que são fidedignos ao original, mas não passam de acúmulos de detritos narrativos e de sonhos de escritores anônimos. Citei Homero, "O Livro das Mil e Uma Noites" e Shakespeare, … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (27/10/2015): “Os livros que nunca leremos”

Texto novo no Literatortura (08/10/2015): “Os livros insolentes”

Na coluna que escrevi para o Literatortura (www.literatortura.com), tratei dos livros que invadiram e se instalaram na minha biblioteca, e não sei como isto aconteceu. Também falo que estes livros, por mais bobos que aparentam ser, também representam o oxigênio para os outros livros, mais sérios e com finalidades claras. No meio do texto, menciono … Continue lendo Texto novo no Literatortura (08/10/2015): “Os livros insolentes”

Caminha suavemente, pois caminhas sobre meus sonhos

Há muitos anos eu procuro um livro de William Butler Yeats. Em quase todo sebo que entro, dirijo-me de forma quase automática para os derradeiros livros e procuro este exemplar de Yeats. Não consigo encontrá-lo. É um livro bem específico: tem capa marrom com letras douradas. Ele é antigo, ou tem uma aparência vetusta, sem … Continue lendo Caminha suavemente, pois caminhas sobre meus sonhos