Texto apresentado no Sarau “Escritores na Estrada” (22/07/2015): “Regras de comportamento em saraus”

Não sou muito adepto dos saraus. Poderia passar algumas longas (e provavelmente tediosas) horas explicando as minhas objeções ao formato atual destes eventos, fazendo um paralelo histórico com os saraus de antigamente e dizendo no que os atuais deixam a desejar. Inclusive tenho a teoria de que os escritores são os maiores responsáveis pelos problemas … Continue lendo Texto apresentado no Sarau “Escritores na Estrada” (22/07/2015): “Regras de comportamento em saraus”

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Os guarda-chuvas sempre morrem no final

Entre as dezenas de fatos irrelevantes que me fascinam, um deles é o comportamento dos guarda-chuvas. Em geral eles andam pelas casas e gavetas, esquecidos, e só aparecem em dias de chuva. Também são facilmente esquecíveis, e gostaria muito de saber para onde vão todos os guarda-chuvas perdidos no mundo - imagino algo como um … Continue lendo Os guarda-chuvas sempre morrem no final

Texto novo no Literatortura (08/07/2015): “Para onde vão as bibliotecas quando morremos?”

Este texto partiu de uma cena presenciada em um sebo de Porto Alegre: uma moça se aproximou do dono do estabelecimento e perguntou se ele não estava disposto a comprar os livros do pai dela, recém falecido. O homem suspirou e perguntou quantos livros eram, ela respondeu que em torno de 300 a 400 livros. … Continue lendo Texto novo no Literatortura (08/07/2015): “Para onde vão as bibliotecas quando morremos?”

A beleza de ser formado por momentos

Hoje completamos 53 anos sem William Faulkner, um dos maiores escritores que já passou pela Terra. Apesar de frequentemente associado ao Sul dos Estados Unidos, existe na sua obra uma sutileza criativa que transcende fronteiras, uma capacidade única de desvendar as pequenezas e grandes misérias da condição de ser humano. A melhor forma de homenageá-lo … Continue lendo A beleza de ser formado por momentos