Capas de livros que são obras de arte: “Os sofrimentos do jovem Werther”, de Johann Wolfgang von Goethe

Capas de livros também são obras de arte. Quem nunca comprou um livro pela capa que jogue a primeira pedra. Recebo muitas capas instigantes de livros. As pessoas sabem que gosto de um livro bem feito, não só no conteúdo quanto na forma, e o cartão de apresentação de um livro é a sua capa. … Continue lendo Capas de livros que são obras de arte: “Os sofrimentos do jovem Werther”, de Johann Wolfgang von Goethe

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Obras Inquietas. 62 – “Anima dannata” (1619), de Gian Lorenzo Bernini

Sou um aficcionado pelas esculturas de Bernini e, no texto que escrevi para o Obras Inquietas dessa semana, falei de um busto que ele esculpiu em torno de 1619, na época em que ainda era jovem e estava testando o seu estilo. Depois Bernini ficaria mais sutil, mais diáfano - é incrível como consegue deixar … Continue lendo Obras Inquietas. 62 – “Anima dannata” (1619), de Gian Lorenzo Bernini

O que realmente importa para uma pessoa

Achei uma história bonita. Está no livro "Como os advogados salvaram o mundo", de José Roberto de Castro Neves, que saiu recentemente pela Editora Nova Fronteira. Existiu um tempo em que os juízes das Cortes Supremas eram respeitados como as pessoas mais justas da nação. Claro que a história bonita aconteceu em outro país, mas … Continue lendo O que realmente importa para uma pessoa

Obras Inquietas – 61. “Autoretrato com máscaras” (1899), James Ensor

Nessa semana, no Obras Inquietas lá no Artrianon (www.artrianon.com), eu falei sobre "Autoretrato com máscaras", obra do pintor belga James Ensor. Não tão conhecido quanto outros pintores do mesmo período (apesar de ser renomado na Europa), o que torna Ensor um artista notável é a sua capacidade de retratar multidões como uma forma de crítica … Continue lendo Obras Inquietas – 61. “Autoretrato com máscaras” (1899), James Ensor

Entrevista minha para o Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé

No final do ano passado, eu dei uma longa entrevista para a Fernanda Couto no Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé, e achei que a entrevista tivesse ido ao ar somente na época em que o programa foi veiculado. Mal sabia eu que existe uma coisa chamada YouTube, para onde vão os vídeos antes … Continue lendo Entrevista minha para o Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé

Lygia Fagundes Telles e a estrutura da bolha de sabão

Hoje cedo meu espaço de escritura aqui no blog para uma das maiores escritoras brasileiras: Lygia Fagundes Telles. É imperativo prestar minha reverência àquela que é uma das maiores contistas que o Brasil possui. Tudo por que ontem, em uma visita ao Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS, vi uma fantástica máquina que cria … Continue lendo Lygia Fagundes Telles e a estrutura da bolha de sabão

Obras Inquietas – 60. “A Garota Cega” (1856), Sir John Everett Millais

Nessa semana, no "Obras Inquietas", eu tratei de um dos meus pintores favoritos, Sir John Everett Millais. Preferi uma obra nem tão conhecida, mas que encerra uma série de significados. Em "A Garota Cega" (1856), as duas irmãs estão na beira da estrada quando ocorre um duplo arco-íris, que deixa assustada a que enxerga. A … Continue lendo Obras Inquietas – 60. “A Garota Cega” (1856), Sir John Everett Millais

Obras Inquietas – 59. “Esperança e Desesperança de Ángel Gavinet” (1977), Eduardo Arroyo

Nessa semana, no Obras Inquietas, eu escolhi um quadro do pintor espanhol Eduardo Arroyo, "Esperança e Desesperança de Ángel Gavinet" (1977). Gavinet era um escritor e ensaísta espanhol que, ao ser diagnosticado com uma doença degenerativa, receando o sofrimento que lhe esperava, decidiu matar-se, jogando-se no rio Divina. Por muitos anos esse assunto fascinou Arroyo, … Continue lendo Obras Inquietas – 59. “Esperança e Desesperança de Ángel Gavinet” (1977), Eduardo Arroyo

“Júlio César”, de Shakespeare – a punhalada que nunca terminou

Escrevi um texto para o Caderno de Sábado do Correio do Povo, jornal do Rio Grande do Sul, sobre "Júlio César", a peça de Shakespeare recentemente relançada com a tradução do meu amigo e comparsa-em-letras José Francisco Botelho. Como alguns leitores de fora do Estado manifestaram interesse em ler as minhas impressões sobre a peça, … Continue lendo “Júlio César”, de Shakespeare – a punhalada que nunca terminou

Obras Inquietas – 58. “Autoretrato com Morte tocando Violino” (1872), Arnold Böcklin

Nessa semana no "Obras Inquietas", eu escrevi sobre o quadro "Autoretrato com Morte Tocando Violino" (1872), do pintor suíço Arnold Böcklin, um homem que esteve cercado pela morte desde que nasceu e que estabeleceu com ela um relacionamento, senão amigável, ao menos respeitoso. Não se sabe direito o que ele quis retratar nesse quadro, mas … Continue lendo Obras Inquietas – 58. “Autoretrato com Morte tocando Violino” (1872), Arnold Böcklin