Obras Inquietas – 01: “O Jardim da Morte” (1896), de Hugo Simberg

Antes de começar, uma breve explicação: a Aline Pascholati, do Artrianon - https://artrianon.com/ - me convidou para escrever uma coluna sobre arte. Não sei nada de arte, não tenho conhecimentos teóricos o suficiente, mas notei que as obras que ficam na minha memória são aquelas que, de uma forma ou de outra, me transmitem inquietude, desconforto, … Continue lendo Obras Inquietas – 01: “O Jardim da Morte” (1896), de Hugo Simberg

Anúncios

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (29/09/2016): “Aqueles que não podem morrer em paz”

Na minha coluna no Medium da Dublinense dessa semana, eu falei sobre algumas pessoas que não conseguiram terminar tudo o que planejavam em vida e, por isso, tiveram que voltar dos mortos para encerrar a sua lista de tarefas. Às vezes, a morte não é um descanso, mas um leve obstáculo para terminar as nossas … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (29/09/2016): “Aqueles que não podem morrer em paz”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (15/09/2016): “Precisamos de mais dúvidas”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falei de como é bom ter mais dúvidas do que certezas em meio a um mundo que privilegia respostas. Aproveitei para contar algumas histórias, como a da Igreja dos Jacobinos, em Toulouse, na França, que, atrás do relicário com os restos mortais de São Tomás … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (15/09/2016): “Precisamos de mais dúvidas”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (01/09/2016): “Uma ode aos insensatos”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falo das pessoas insensatas, aquelas que sempre tentam abocanhar mais do que o tamanho da própria boca. Mas, como também sou um insensato, aproveito para contar a história do "Requiem para um Jovem Poeta", feito pelo compositor alemão Bernd Alois Zimmermann em 1969, uma obra … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (01/09/2016): “Uma ode aos insensatos”