Sobre o outro que mora dentro do espelho

Sou um homem afortunado, pois recebo muito material interessante sobre arte. Até mesmo sobre dança, estilo artístico que admiro, mas sobre o qual sinto-me o mais absoluto leigo, limitando minhas opiniões ao velho e bom impressionismo: "gostei" ou "não gostei". Contudo, as pessoas sabem que o mais importante é a ideia que dá ânimo à … Continue lendo Sobre o outro que mora dentro do espelho

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Como se fazia um livro – em 1925

Não faz muito tempo que recuperaram esse vídeo da Oxford University contando como se fazia um livro em 1925. É impressionante ver o quanto existe de manufatura e de engenho humano na produção de cada mínimo exemplar que chegava às mãos dos leitores. Oportuno lembrar que é bem no período entre as guerras mundiais. Hoje, … Continue lendo Como se fazia um livro – em 1925

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (28/12/2016): “A minha Lista de Restos de Leitura de 2016”

Na minha última coluna desse ano no Medium da Dublinense, resolvi não fazer uma lista de melhores livros que li no decorrer de 2016 ou dar sugestões de leitura para as férias. Ah, vocês estão cheios dessas listas. Ao invés, resolvi falar sobre algumas das lições mais estranhas que as leituras de 2016 me proporcionaram, … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (28/12/2016): “A minha Lista de Restos de Leitura de 2016”

Obras Inquietas – 13. “Giaele e Sisara” (1640), de Ottavio Vannini

No "Obras Inquietas" dessa semana, "Giaele e Sisara", um quadro de Ottavio Vannini, e a mulher que vira mãe, amante e assassina nas mãos de um Deus. Aquela que mata por nós. Boa leitura! "Giaele e Sisara" (1640), Ottavio Vannini Bendita sois vós, a mulher que tomou a decisão impossível em nosso nome. Bendito o … Continue lendo Obras Inquietas – 13. “Giaele e Sisara” (1640), de Ottavio Vannini

Crônicas de um ano inteiro: “A diversão e o Senhor da Dança”

No meu texto dessa semana no "Crônicas de um ano inteiro", eu falei sobre a dificuldade de achar diversão genuína nos tempos atuais. Como uma das minhas maiores diversões é escrever, tracei um paralelo entre esse assunto e uma pergunta feita por Aldous Huxley, a história vivenciada por um amigo e "Hellblazer", a revista em … Continue lendo Crônicas de um ano inteiro: “A diversão e o Senhor da Dança”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (22/12/2016): “Estamos em guerra”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, a constatação inevitável: estamos - e sempre estaremos - em guerra pela cultura. Após um início sombrio, com a constatação de derrotas em vários fronts culturais, eu conto a história do escriba que, no século VII a. C., enganou Assurbanipal, rei da Assíria, em solidariedade a … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (22/12/2016): “Estamos em guerra”

Crônicas de um ano inteiro: “O desaparecimento do Natal”

No meu texto dessa semana no "Crônicas de um ano inteiro", falei de uma teoria que desenvolvi recentemente e que coloca todos vocês dentro de um delírio meu, mas também falei dos Natais de outrora e quem são os responsáveis por deixar cada ano pior do que o anterior. Boa leitura! O desaparecimento do Natal … Continue lendo Crônicas de um ano inteiro: “O desaparecimento do Natal”

Obras Inquietas – 12. “O abraço” (1917), de Egon Schiele

No meu texto dessa semana para o "Obras Inquietas", eu falei sobre as muitas possibilidades que um abraço pode conter, analisando a obra "O abraço", de Egon Schiele, esse bacanal de carnes e de tintas. Boa leitura! “O abraço” (1917), de Egon Schiele Um abraço nunca é somente um gesto: também pode ser um carinho, … Continue lendo Obras Inquietas – 12. “O abraço” (1917), de Egon Schiele

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (14/12/2016): “Mantendo a compostura até o último segundo”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falei sobre as incríveis pessoas que conseguem falar a frase certa na hora exata. Mas, como não sei fazer isso, também tratei do "espírito da escada" conforme Diderot estabeleceu; falei de estoicismo e confessei qual é a frase que preparei para meu ultimo segundo de … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (14/12/2016): “Mantendo a compostura até o último segundo”

Crônicas de um ano inteiro: “Por um pouco mais de empatia”

No meu texto dessa semana no "Crônicas de um ano inteiro", eu falei sobre o discurso de ódio que está disseminado pela sociedade - e que nos faz criar afinidades por ódio, ao invés de estimular o diálogo e a estipulação de pontes em comum -, mas também falei da necessidade de sermos mais empáticos, … Continue lendo Crônicas de um ano inteiro: “Por um pouco mais de empatia”