Restos de um pesadelo, ou o coelho como representação imagética

Hoje é Páscoa e, enquanto todo mundo se concentra em ovos de chocolate e reuniões familiares, eu estou aqui pensando na representação imagética do coelho. (Talvez seja reflexo direto de um pesadelo que interrompeu minha madrugada; não lembro direito o que sonhei, mas sei que tinha coelhos, as onipresentes galinhas rosnadoras - figura constante nos … Continue lendo Restos de um pesadelo, ou o coelho como representação imagética

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A literatura é um soco na parede

Às vezes, nos momentos em que perco o sono, permito-me ingressar na espiral desordenada dos pensamentos e deixo o acaso assumir as rédeas. Em dias normais, caminho placidamente por uma praia repleta de restos de conversas, fragmentos de imagens e sombras de sonhos, e estes são os dias bons. Não gosto muito dos anormais, quando … Continue lendo A literatura é um soco na parede

Duas ansiedades

Semana passada aconteceu o Dia Internacional das Mulheres. Esta postagem deveria ter sido anterior, mas não acabei no momento em que desejava. Ainda assim, sempre é bom falar de seres humanos e, em especial, de mulheres. Não entrarei no lugar comum de elogiá-las com declarações pasteurizadas ou citar a importância que elas possuem para a … Continue lendo Duas ansiedades