DVD: “Iron Maiden – En Vivo”

Até que demorou bastante para que abordasse o tema "Iron Maiden" no blog. Levei sete meses sem tocar neste assunto que me é tão caro e importante, o grupo musical que mais ouço e mais respeito. Tenho todo o material do Maiden e, em postagens futuras, pretendo trocar algumas impressões sobre os CDs e DVDs. … Continue lendo DVD: “Iron Maiden – En Vivo”

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Resenha nova no Amálgama

Foi divulgada outra resenha minha no Amálgama (www.amalgama.blog.br). Desta vez, eu abordo o livro "O Jovem Oficial", do Michel Henry, um escritor francês que, na linha dos escritores filósofos típicos deste país, teceu uma interessante alegoria sobre o mal e como ele é capaz de se espalhar pela sociedade. Vale a pena a leitura da … Continue lendo Resenha nova no Amálgama

Esperança, esta coisa ilógica

No arco infindável das coisas que eu não estava mais acostumado a fazer, ontem realizei outra: uma saída noturna para beber e conversar com amigos literatos. A vida de escrever e ler é uma existência eremita, por natureza. No entanto, às vezes é necessário interagir com outras pessoas, em especial quando as estimamos e temos … Continue lendo Esperança, esta coisa ilógica

Fragmentos de Eternidade – uma explicação necessária

  É interessante que uma determinada pessoa - cujo nome não citarei - tenha me dito que achava um pouco pretensioso o meu desejo de ditar a Eternidade para outras pessoas. Claro que foi uma brincadeira e rimos muito desta frase, mas toda brincadeira tem um pouco de verdade. Como escrevi aquele que pretendo que … Continue lendo Fragmentos de Eternidade – uma explicação necessária

Fragmentos de Eternidade – fragmento cinco

Ninguém me avisou sobre os olhos. Deveriam ter alertado: é o primeiro elemento em que o foco da visão se prende, justamente aquele que nunca mais será esquecido. Depois, em toda escultura ou estátua que ainda será vista, os olhos serão procurados, e cada par será diferente do anterior. Eles expressam dor, surpresa, raiva, desespero. … Continue lendo Fragmentos de Eternidade – fragmento cinco