A biblioteca em um poema de Yeats

Sempre que me sinto triste ou acuado, é em W. B. Yeats que busco forças. Não sei explicar o poder que as palavras dele possuem, mas me acalmam quando estou agitado e me perturbam quando estou tranquilo. Hoje recordei dessa beleza de poema, "Where my books go". Para mim, sempre foi a representação perfeita de … Continue lendo A biblioteca em um poema de Yeats

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Livro: “Mário de Andrade – Exílio no Rio”, de Moacir Werneck de Castro

Escrevi para o Homo Literatus ( http://homoliteratus.com/ ) uma resenha sobre o livro "Mário de Andrade - Exílio no Rio", do jornalista Moacir Werneck de Castro, que trata do período muito intenso que o Mario viveu fora de São Paulo. Um livro tão bem escrito - e com personagens tão fascinantes - que nem parece … Continue lendo Livro: “Mário de Andrade – Exílio no Rio”, de Moacir Werneck de Castro

A arte como antecipação do pós-humano em Hopper e Stalenhag

Eu me recordo que, quando escutei a primeira vez o termo "pós-humano", dei uma gargalhada e disse "mas o que é isso? Os humanos viraram obsoletos e vamos começar a discutir os eventos pós-advento da Humanidade? Já largamos os pontos, gurizada?". Pois era isso mesmo, mas um pouco diferente. O pós-humano é uma corrente de … Continue lendo A arte como antecipação do pós-humano em Hopper e Stalenhag

Crônicas de um ano inteiro: “Um mundo de chorões”

No meu texto dessa semana no "Crônicas de um ano inteiro", eu falei sobre o desagradável costume de reclamarmos de tudo - e o quanto essa conduta nos impede de resolver os problemas, transformando o mundo em um lugar repleto de chorões sem iniciativa. Os leitores atentos perceberão a minha auto-referência jocosa ao conto "Um … Continue lendo Crônicas de um ano inteiro: “Um mundo de chorões”

Obras Inquietas – 21. “Retrato de Varya Adoratskaya” (1914), Nicolai Fechin

Na minha coluna da semana no "Obras Inquietas", escrevi sobre um quadro de Nicolai Fechin, "Retrato de Varya Adoratskaya" (1914). Existem poucos detalhes sobre esse quadro. Alguns dizem que Varya Adoratskaya era vizinha de Fechin durante os 4 anos que ele dedicou-se de forma quase exclusiva à pintura de retratos. O rosto de espanto da … Continue lendo Obras Inquietas – 21. “Retrato de Varya Adoratskaya” (1914), Nicolai Fechin

Crônicas de um ano inteiro: “Nós que vamos morrer te saudamos”

No meu texto dessa semana no "Crônicas de um ano inteiro", tratei de seres que sabem que vão morrer e o seu comportamento antes do fim, mas termino com um sonho - e com uma esperança. Boa leitura.   Nós que vamos morrer te saudamos   Aparece com frequência em entrevistas, em piadas ou em … Continue lendo Crônicas de um ano inteiro: “Nós que vamos morrer te saudamos”

Obras Inquietas – 20. “Os síndicos da guilda de ourives de Amsterdam” (1627), Thomas de Keyser

Na minha coluna da semana passada do "Obras Inquietas", eu abordei uma pintura de Thomas de Keyser, "Os síndicos da guilda de ourives de Amsterdam" (1627). Falei sobre a sensação de estar sendo constantemente vigiado e julgado por olhos invisíveis, que são os da sociedade. No mesmo período, muitos pintores fizeram grupos de homens olhando … Continue lendo Obras Inquietas – 20. “Os síndicos da guilda de ourives de Amsterdam” (1627), Thomas de Keyser

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (09/02/2017): “A leitura como ato de guerra”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, falei das estratégias que uso para priorizar a leitura no meu cotidiano, algo que aconselharia para poucas pessoas. Mas, como a vida também é elucubração, contei de como eliminei itens que consumiam minha atenção (como jornais e noticiários) para me concentrar nos livros; falei dos irritantes … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (09/02/2017): “A leitura como ato de guerra”

Crônicas de um ano inteiro: “A dignidade da dor”

No texto no "Crônicas de um ano inteiro" dessa semana, eu falei sobre as minhas recentes experiências em hospitais veterinários - e de como um grupo de cachorros me ensinou algo sobre como a dor é o que nos transforma em irmãos. Boa leitura. A dignidade da dor   Não sou uma pessoa acostumada a … Continue lendo Crônicas de um ano inteiro: “A dignidade da dor”

Obras Inquietas – 19. “Mulher junto à janela acenando para uma menina” (1650), Jacobus Vrel

Na minha coluna no Obras Inquietas da semana passada, abordei um quadro de um pintor flamengo, Jacobus Vrel, uma obra mais repleta de perguntas do que de respostas. Detalhe interessante desse artista é que, nas cenas de interiores, ele costumava posicionar as mulheres de costas para o observador, como se tivessem vergonha de mostrar o … Continue lendo Obras Inquietas – 19. “Mulher junto à janela acenando para uma menina” (1650), Jacobus Vrel