Entrevista minha para o Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé

No final do ano passado, eu dei uma longa entrevista para a Fernanda Couto no Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé, e achei que a entrevista tivesse ido ao ar somente na época em que o programa foi veiculado. Mal sabia eu que existe uma coisa chamada YouTube, para onde vão os vídeos antes … Continue lendo Entrevista minha para o Papo Literário, programa da TV Câmara Bagé

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Lygia Fagundes Telles e a estrutura da bolha de sabão

Hoje cedo meu espaço de escritura aqui no blog para uma das maiores escritoras brasileiras: Lygia Fagundes Telles. É imperativo prestar minha reverência àquela que é uma das maiores contistas que o Brasil possui. Tudo por que ontem, em uma visita ao Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS, vi uma fantástica máquina que cria … Continue lendo Lygia Fagundes Telles e a estrutura da bolha de sabão

Obras Inquietas – 60. “A Garota Cega” (1856), Sir John Everett Millais

Nessa semana, no "Obras Inquietas", eu tratei de um dos meus pintores favoritos, Sir John Everett Millais. Preferi uma obra nem tão conhecida, mas que encerra uma série de significados. Em "A Garota Cega" (1856), as duas irmãs estão na beira da estrada quando ocorre um duplo arco-íris, que deixa assustada a que enxerga. A … Continue lendo Obras Inquietas – 60. “A Garota Cega” (1856), Sir John Everett Millais

Obras Inquietas – 59. “Esperança e Desesperança de Ángel Gavinet” (1977), Eduardo Arroyo

Nessa semana, no Obras Inquietas, eu escolhi um quadro do pintor espanhol Eduardo Arroyo, "Esperança e Desesperança de Ángel Gavinet" (1977). Gavinet era um escritor e ensaísta espanhol que, ao ser diagnosticado com uma doença degenerativa, receando o sofrimento que lhe esperava, decidiu matar-se, jogando-se no rio Divina. Por muitos anos esse assunto fascinou Arroyo, … Continue lendo Obras Inquietas – 59. “Esperança e Desesperança de Ángel Gavinet” (1977), Eduardo Arroyo

“Júlio César”, de Shakespeare – a punhalada que nunca terminou

Escrevi um texto para o Caderno de Sábado do Correio do Povo, jornal do Rio Grande do Sul, sobre "Júlio César", a peça de Shakespeare recentemente relançada com a tradução do meu amigo e comparsa-em-letras José Francisco Botelho. Como alguns leitores de fora do Estado manifestaram interesse em ler as minhas impressões sobre a peça, … Continue lendo “Júlio César”, de Shakespeare – a punhalada que nunca terminou

Obras Inquietas – 58. “Autoretrato com Morte tocando Violino” (1872), Arnold Böcklin

Nessa semana no "Obras Inquietas", eu escrevi sobre o quadro "Autoretrato com Morte Tocando Violino" (1872), do pintor suíço Arnold Böcklin, um homem que esteve cercado pela morte desde que nasceu e que estabeleceu com ela um relacionamento, senão amigável, ao menos respeitoso. Não se sabe direito o que ele quis retratar nesse quadro, mas … Continue lendo Obras Inquietas – 58. “Autoretrato com Morte tocando Violino” (1872), Arnold Böcklin