Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (31/10/2016): “Lições que a Literatura me ensinou na última semana”

Na minha coluna da semana passada no Medium da Dublinense (pois somos humanos e também nos atrasamos, oras), eu falei de três belas lições que a literatura me proporcionou nos últimos tempos (além da frase que une T. S. Eliot, neblina, Montaigne e granadas). Na primeira lição, "viver para ser o último texto de alguém", … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (31/10/2016): “Lições que a Literatura me ensinou na última semana”

Anúncios

Obras Inquietas – 05: “O questionador da esfinge” (1863), de Elihu Vedder

No quinto texto da minha coluna sobre arte, "Obras Inquietas", eu falo de "O questionador da esfinge", um quadro de Elihu Vedder. Um viajante que faz uma pergunta temível para a esfinge, a pergunta que todos faremos um dia. Interessante a trajetória de Elihu Vedder. Foi um pré-rafaelita que acabou se fascinando em retratar mitos … Continue lendo Obras Inquietas – 05: “O questionador da esfinge” (1863), de Elihu Vedder

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (21/10/2016): “Somos todos óbvios”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falei sobre as pessoas que ficam o tempo inteiro procurando originalidade em si e nos outros. Como também não sou nada inovador, contei da frase genial que esculpi por horas e desmoronou em dois minutos e meio; falei de Chesterton elogiando os anônimos que tiveram … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (21/10/2016): “Somos todos óbvios”

Obras Inquietas – 04: “O mundo de Christina” (1948), de Andrew Wyeth

Na minha coluna dessa semana no "Obras Inquietas", lá no Artrianon (www.artrianon.com), eu falei de "O mundo de Christina" (1948), um dos quadros mais famosos dos Estados Unidos, de autoria de Andrew Wyeth. Alguns detalhes interessantes sobre esse quadro - e que tentei passar no meu texto - é que Christina Olson era uma mulher … Continue lendo Obras Inquietas – 04: “O mundo de Christina” (1948), de Andrew Wyeth

Obras Inquietas – 03: “Final de tarde de verão na praia Skagen ou O Artista e sua Mulher” (1899), de Peder Severin Kroyer

Na minha coluna dessa semana no Artrianon, "Obras Inquietas", eu analiso uma obra que, aparentemente, mostra uma cena corriqueira, mas, nas profundezas, esconde alguns significados bem mais sombrios. Aquele momento em que a obra de arte consegue ver o futuro antes mesmo do seu artista. O instante em que o artista flagra a morte do … Continue lendo Obras Inquietas – 03: “Final de tarde de verão na praia Skagen ou O Artista e sua Mulher” (1899), de Peder Severin Kroyer

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (13/10/2016): “Se arrependimentos matassem”

Completei um ano escrevendo a coluna para a Dublinense e, para meu espanto, ninguém morreu, ninguém foi processado, ninguém me xingou de nada. Devo estar fazendo algo errado. Ao contrário: a resposta dos leitores sempre foi gentil. Às vezes, pessoas que nem conheço me encontram por aí e comentam que são meus leitores e pedem … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (13/10/2016): “Se arrependimentos matassem”

Obras Inquietas – o2: “Hércules e Licas” (1815), de Antonio Canova

Na minha segunda coluna para o "Obras Inquietas", lá no Artrianon (www.artrianon.com), eu analiso uma escultura do Antonio Canovas, "Hércules e Licas" (1815), contando uma história da mitologia grega por meio do enfoque dos últimos segundos de vida de Licas, o servo de Hércules que teve o azar de pegá-lo em um péssimo dia. Boa … Continue lendo Obras Inquietas – o2: “Hércules e Licas” (1815), de Antonio Canova

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (06/10/2016): “Os perigos de ser um exagerado”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falo de algo que nunca fiz, jamais farei e que tenho ojeriza de quem faz, que é o exagero. Sim, estou sendo irônico. Escritores são mestres do exagero e do excesso. Depois a gente corta tudo que for sobressalente, mas, até chegar nesse momento, distendemos … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (06/10/2016): “Os perigos de ser um exagerado”

E contudo eu sou e vivo, névoa impelida

Não conhecia esse poeta, John Clare (1793-1864), mas, graças a indicação feita pela minha amiga Marina Franconeti no Facebook, acabei lendo hoje parte da sua obra e senti-me estranhamente confortado. Não tem sido tempos fáceis. É bom ler poemas que nos fazem lembrar de que ainda somos, que ainda estamos aqui, que ainda vale a … Continue lendo E contudo eu sou e vivo, névoa impelida