Livro: “A vida e as aventuras de Nicholas Nickleby”, de Charles Dickens

Escrevi uma resenha para o Amálgama sobre "A vida e as aventuras de Nicholas Nickleby", de Charles Dickens, um romance do início da trajetória literária do escritor inglês. Há mais de 60 anos que o mercado brasileiro não via uma nova tradução dessa obra, e foi quase como descobrir um Dickens desconhecido: mais jovem, mais … Continue lendo Livro: “A vida e as aventuras de Nicholas Nickleby”, de Charles Dickens

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Obras Inquietas – 53. “Marguerite no sabá” (1911), Pascal Dagnan-Bouveret

Na minha coluna dessa semana no "Obras Inquietas" lá no Artrianon (www.artrianon.com), eu escrevi sobre uma pintura de Pascal Dagnan-Bouveret, "Marguerite no sabá". Essa é uma cena decisiva do "Fausto", de Goethe: o momento em que Fausto está em um sabá com Mefistófeles e olha Marguerite, a mulher que seduziu e engravidou, emergir como um … Continue lendo Obras Inquietas – 53. “Marguerite no sabá” (1911), Pascal Dagnan-Bouveret

O sonho do arco-íris e o persistente cheiro de sangue humano

Às vezes perguntam-me o segredo de escrever bem - como se existisse algum segredo nisso, e como se escrever fosse algo mensurável - e eu respondo com o sábio conselho da minha orientadora de Mestrado e professora Léa Masina: ler e decorar um poema em jejum, assim que acordar. Por alguns anos consegui fazer essa … Continue lendo O sonho do arco-íris e o persistente cheiro de sangue humano

A literatura como um farol

A produção do Fronteiras do Pensamento 2017 pediu para que eu escrevesse um ensaio sobre a obra do escritor cubano Leonardo Padura. Mas, como nada na vida é simples, pediram para que tentasse conectar o texto ao tema do Fronteiras desse ano, que, em uma síntese, seria "Num mundo onde as divisas são sutis e … Continue lendo A literatura como um farol

Obras Inquietas – 39. “A Vida e a Morte” (1916), Gustav Klimt

Nessa semana na minha coluna Obras Inquietas, no Artrianon, tive a oportunidade de falar de um dos pintores que mais admiro: Gustav Klimt. Em "A Vida e a Morte", Klimt deixa de lado as mulheres etéreas ou as paisagens vagas e trata, de forma simbólica, da relação entre uma vida que insiste em preservar aquilo … Continue lendo Obras Inquietas – 39. “A Vida e a Morte” (1916), Gustav Klimt

Obras Inquietas – 35. “Uma família de san-culottes descansa depois das fadigas do dia” (1792), James Gillray

A minha proposta no "Obras Inquietas", a coluna que assino no Artrianon, sempre foi mostrar obras de arte que, de alguma forma, me transmitiam inquietação e perplexidade. No entanto, tal inquietação se dá em muitos níveis, tanto em mim como es. Nunca estabeleci critérios, e até acho errado estabelecer classes e distinções, pois as obras … Continue lendo Obras Inquietas – 35. “Uma família de san-culottes descansa depois das fadigas do dia” (1792), James Gillray

Miguel Ángel Astúrias e a América Latina em carne e seiva

Ontem completamos 43 anos sem Miguel Ángel Asturias, um dos escritores que melhor soube cantar as belezas da América Latina. Fiz uma postagem no Facebook comentando o fato, e várias pessoas pediram-me para falar um pouco mais sobre esse escritor guatemalteco, então resolvi escrever algo um pouco mais dilatado aqui no blog. Nós, brasileiros, conhecemos … Continue lendo Miguel Ángel Astúrias e a América Latina em carne e seiva

Livro: “Mário de Andrade – Exílio no Rio”, de Moacir Werneck de Castro

Escrevi para o Homo Literatus ( http://homoliteratus.com/ ) uma resenha sobre o livro "Mário de Andrade - Exílio no Rio", do jornalista Moacir Werneck de Castro, que trata do período muito intenso que o Mario viveu fora de São Paulo. Um livro tão bem escrito - e com personagens tão fascinantes - que nem parece … Continue lendo Livro: “Mário de Andrade – Exílio no Rio”, de Moacir Werneck de Castro

Se não tiver fatos, use o lirismo

No domingo passado, em conversa com os meus pais, eles perguntaram se tinha realmente acontecido um fato que narrei no Facebook. Transcrevo aqui: "Resumo breve da história: na minha rua, um cara tentou incendiar um ônibus. Os passageiros impediram e bateram nele. A polícia chegou e o salvou. Ele foi preso. Fim da história. Algumas … Continue lendo Se não tiver fatos, use o lirismo

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (19/01/2016): “Não existe escritor livre (ou coisas para não se fazer na literatura)”

No texto que escrevi esta semana para o Medium da Dublinense, tratei da liberdade relativa do ato de escrever. Imaginamos que a literatura é um ato de sublime liberdade, mas, na verdade, nunca estamos completamente sem amarras, sempre estamos com o pé preso em algum lugar. Recordo que Virginia Woolf afirmou que só existiram dois … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (19/01/2016): “Não existe escritor livre (ou coisas para não se fazer na literatura)”