O fascínio de um poema: “Confidência do Itabirano”, de Carlos Drummond de Andrade

O que eu mais gosto nesse vídeo é o fascínio com que as pessoas se entregam para a ruptura insólita no cotidiano trazida por um poema. Os olhares ficam distantes, as bocas se contraem em sorrisos quase distraídos e, mesmo sem querer, as pessoas se perdem nos meandros de uma poesia que, por meio de … Continue lendo O fascínio de um poema: “Confidência do Itabirano”, de Carlos Drummond de Andrade

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O Poema sem Fim de Utrecht

Isso é muito lindo. No exato momento em que estou escrevendo essas palavras - e você está lendo -, um poema sem fim está sendo escrito com palavras e pedras na cidade holandesa de Utreicht. Os responsáveis pelo poema são os integrantes da Guilda de Poetas de Utreicht. Cabe a eles escolherem a palavra que … Continue lendo O Poema sem Fim de Utrecht

Resenha do livro “Poesia Reunida”, de Adélia Prado

O Amálgama (www.revistaamalgama.com.br) pediu para que eu resenhasse "Poesia Reunida", da escritora mineira Adélia Prado, um volume que reúne toda a sua obra poética. Foi um grande prazer realizar uma releitura da Adélia, descobrir poemas que não conhecia e lembrar de outros que já tinha lido. Foi um dos poucos livros de poesia que, assim … Continue lendo Resenha do livro “Poesia Reunida”, de Adélia Prado

“Um mundo com mais poesias e menos poetas”, texto publicado no Literatortura no dia 20/07/2014

Tem texto novo meu no Literatortura (www.literatortura.com), e eu o trouxe para cá. Apesar de ser uma pessoa cheia de amigos poetas, e de saber que a paranoia vai rolar solta após a leitura deste texto, as pessoas que eu estava pensando sabem muito bem quem são - espero que parem de enganar por aí. … Continue lendo “Um mundo com mais poesias e menos poetas”, texto publicado no Literatortura no dia 20/07/2014

No domínio da própria alma

Jorge Luis Borges afirmou que uma das maiores ilusões do homem é achar que a Humanidade nasceu no mesmo dia em que ele; o homem acha que o Tempo da existência humana se confunde com o tempo da sua vida. Salvo melhor juízo, também sou um homem, com suas qualidades e defeitos, e acredito que … Continue lendo No domínio da própria alma

Um leitor conta o seu drama: poesias matam sentimentos?

Revisitando minha novamente reagrupada biblioteca, encontro um antigo Neruda, "Cem sonetos de amor". Ainda está com marcas, de tempo e de leituras passadas. É um bravo soldado que já sobreviveu a algumas leituras, possuindo o corpo repleto de cicatrizes. Entre elas, destaca-se um poema: "Tenho fome de tua boca, de tua voz, teus cabelos e … Continue lendo Um leitor conta o seu drama: poesias matam sentimentos?