O sonho do arco-íris e o persistente cheiro de sangue humano

Às vezes perguntam-me o segredo de escrever bem - como se existisse algum segredo nisso, e como se escrever fosse algo mensurável - e eu respondo com o sábio conselho da minha orientadora de Mestrado e professora Léa Masina: ler e decorar um poema em jejum, assim que acordar. Por alguns anos consegui fazer essa … Continue lendo O sonho do arco-íris e o persistente cheiro de sangue humano

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