Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (12/04/2016): “A leitora fantasma”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, falei de algumas leitoras muito especiais: a leitora fantasma na Biblioteca Pública do ERGS; Melânia, a Jovem, que, graças aos seus dotes de leitura,  encantou Santo Agostinho e o chato do São Jerônimo; Leonor de Aquitânia, que passou a vida inteira lutando para assegurar a sua … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (12/04/2016): “A leitora fantasma”

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Sobre a arte (perdida) da insinuação

É uma pena que as pessoas tenham perdido a arte de realizar insinuações, e uma lástima ainda maior que a literatura dita contemporânea - talvez influenciada pelo cinema ou pelas artes plásticas - baseie todo o caráter ficcional em uma enxurrada descritiva que deixa pouco espaço para a imaginação participar. Não são poucos os livros … Continue lendo Sobre a arte (perdida) da insinuação

Mais criatividade, menos choro

Um dos maiores erros que as pessoas cometem é pensar que, entre escritores, pintores e artistas em geral, existem seres repletos de imaginação e saídas criativas para todas as adversidades. Não é o que acontece. No lugar onde deveria abundar criatividade, o que mais existe são soluções retrógradas, ideias pasteurizadas e comodismo. Onde deveria fermentar … Continue lendo Mais criatividade, menos choro

Esperança, esta coisa ilógica

No arco infindável das coisas que eu não estava mais acostumado a fazer, ontem realizei outra: uma saída noturna para beber e conversar com amigos literatos. A vida de escrever e ler é uma existência eremita, por natureza. No entanto, às vezes é necessário interagir com outras pessoas, em especial quando as estimamos e temos … Continue lendo Esperança, esta coisa ilógica