Emerson e um credo pessoal

Há alguns dias penso no trecho de um ensaio de Ralph Waldo Emerson no qual ele afirma que as bibliotecas seriam gabinetes mágicos que reúnem muitos espíritos aprisionados no interior de livros. Cada volume contendo histórias seria um objeto espacialmente determinado (tamanho, espessura, páginas), mas o infinito se projeta para o seu interior, pois, antes … Continue lendo Emerson e um credo pessoal

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Obras Inquietas – 41. “O violinista” (1967), de Oswaldo Guayasamín

Não é sempre que tenho a oportunidade de falar sobre a pintura latino-americana, que tenho como uma das expressões artísticas mais fortes do continente inteiro. Nessa semana, na minha coluna no Obras Inquietas lá no Artrianon, eu falei sobre o pintor e escultor equatoriano Oswaldo Guayamasín, e sobre um quadro de estilo expressionista que gosto … Continue lendo Obras Inquietas – 41. “O violinista” (1967), de Oswaldo Guayasamín

Beethoven por Wagner: o mundo dentro de um homem

Estou lendo o discurso que Richard Wagner fez em homenagem a Beethoven, presente no livro "Beethoven", e a sua teoria (ousada) de que toda a obra do outro é uma constante redescoberta da bondade que existe no âmago de todo ser humano: quando o músico começava as suas composições, a visão pessimista e desencantada sobre … Continue lendo Beethoven por Wagner: o mundo dentro de um homem

Crônicas de um ano inteiro: “Um mundo cada vez mais perfeito, cada vez mais chato”

Na minha crônica dessa semana na página do Facebook "Crônicas de um ano inteiro", eu falei de como o desejo de perfeição está nos deixando cada vez mais pasteurizados e previsíveis. Mas também falei de Caravaggio, de censura e de Johann Sebastian Bach, e eis uma combinação insólita o suficiente para mostrar que as pessoas … Continue lendo Crônicas de um ano inteiro: “Um mundo cada vez mais perfeito, cada vez mais chato”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (01/09/2016): “Uma ode aos insensatos”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falo das pessoas insensatas, aquelas que sempre tentam abocanhar mais do que o tamanho da própria boca. Mas, como também sou um insensato, aproveito para contar a história do "Requiem para um Jovem Poeta", feito pelo compositor alemão Bernd Alois Zimmermann em 1969, uma obra … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (01/09/2016): “Uma ode aos insensatos”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (19/07/2016): “O lado bom de cometer erros e de não entender algo”

Na minha coluna no Medium da Dublinense, falo de como pode ser bom cometer erros e não entender direito as coisas que estão por este mundo. Aproveito para falar de quando era metaleiro - up the irons! - e de como a interpretação errada de uma música do Metallica me fez ler a obra completa … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (19/07/2016): “O lado bom de cometer erros e de não entender algo”

Texto publicado no Literatortura (14/04/2016): “O tamanho dos seios da Mulher Maravilha”

Na minha coluna dessa semana no Literatortura.... bom, vou deixar eu mesmo resumir o que está nela, de acordo com minhas palavras no Facebook: "Na minha coluna dessa semana no Literatortura, eu falo de como a busca por uma resposta me levou a cair numa gigantesca discussão sobre o tamanho dos seios da Mulher Maravilha. … Continue lendo Texto publicado no Literatortura (14/04/2016): “O tamanho dos seios da Mulher Maravilha”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (16/02/2016): “O dia em que me quebraram ao meio”

Na coluna que escrevi para a revista eletrônica da Dublinense nesta semana, falei de um assunto que me gera constante perplexidade: as pessoas que conseguem dizer que algo - ou alguém - é o melhor do mundo. Todas as pessoas tem um momento da vida em que descobrem alguém que lhes supera. No meu caso, … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (16/02/2016): “O dia em que me quebraram ao meio”

Texto apresentado no Sarau “Escritores na Estrada” (22/07/2015): “Regras de comportamento em saraus”

Não sou muito adepto dos saraus. Poderia passar algumas longas (e provavelmente tediosas) horas explicando as minhas objeções ao formato atual destes eventos, fazendo um paralelo histórico com os saraus de antigamente e dizendo no que os atuais deixam a desejar. Inclusive tenho a teoria de que os escritores são os maiores responsáveis pelos problemas … Continue lendo Texto apresentado no Sarau “Escritores na Estrada” (22/07/2015): “Regras de comportamento em saraus”

A angústia das naturezas mortas

Acredito que, a esta altura do campeonato, é de conhecimento público que gosto muito de ler e que considero a leitura não só como uma forma de criar novos pensamentos quanto de nos libertar de qualquer prisão em que estejamos recolhidos. A leitura liberta do medo, da angústia, da morte. Ela também nos salva da … Continue lendo A angústia das naturezas mortas