O Poema sem Fim de Utrecht

Isso é muito lindo. No exato momento em que estou escrevendo essas palavras - e você está lendo -, um poema sem fim está sendo escrito com palavras e pedras na cidade holandesa de Utreicht. Os responsáveis pelo poema são os integrantes da Guilda de Poetas de Utreicht. Cabe a eles escolherem a palavra que … Continue lendo O Poema sem Fim de Utrecht

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Sobre o processo de transformar palavras em igrejas

Todo mundo gosta de escrever sobre si mesmo e sobre aquilo que conhece. Desafio mesmo é escrever sobre o que não vemos e, ainda assim, existe. Três anos atrás, fui convidado a participar de uma antologia de contos. Eu devia escrever sobre Santa Cruz do Sul, sobre algum detalhe da cidade ou de seu povo. No … Continue lendo Sobre o processo de transformar palavras em igrejas

O estímulo à leitura da Librairie Mollat, de Bordeaux

Uma das contas do Instagram que me dá mais alegria de acompanhar é a da Librairie Mollat, que fica em Bordeaux, na França. Isso por que os funcionários e clientes do local encontraram uma maneira muito criativa de entusiasmar a leitura: passaram a usar as capas do livro como parte dos seus semblantes. Alguns anos … Continue lendo O estímulo à leitura da Librairie Mollat, de Bordeaux

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (09/02/2017): “A leitura como ato de guerra”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, falei das estratégias que uso para priorizar a leitura no meu cotidiano, algo que aconselharia para poucas pessoas. Mas, como a vida também é elucubração, contei de como eliminei itens que consumiam minha atenção (como jornais e noticiários) para me concentrar nos livros; falei dos irritantes … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (09/02/2017): “A leitura como ato de guerra”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (05/01/2017): “Longa vida aos invejosos”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falei da inveja. Tudo por causa de um presente que ganhei: um "olho de Hórus" gigante contra o mau olhado. Mas também falei da minha visita ao Salão Nobre de Escritores de Salto, no Uruguai, e faço suposições sobre a guerra que esse Salão Nobre … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (05/01/2017): “Longa vida aos invejosos”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (15/09/2016): “Precisamos de mais dúvidas”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, eu falei de como é bom ter mais dúvidas do que certezas em meio a um mundo que privilegia respostas. Aproveitei para contar algumas histórias, como a da Igreja dos Jacobinos, em Toulouse, na França, que, atrás do relicário com os restos mortais de São Tomás … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (15/09/2016): “Precisamos de mais dúvidas”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (19/04/2016): “Como matar um escritor”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, aproveitei a proximidade do Dia Internacional do Livro para falar de Cervantes e de Shakespeare. No entanto, não fiquei na comparação simples das suas vidas ou obras, mas preferi falar de dois momentos em que a obra se tornou tão forte que o autor dela virou … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (19/04/2016): “Como matar um escritor”

Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (12/04/2016): “A leitora fantasma”

Na minha coluna dessa semana no Medium da Dublinense, falei de algumas leitoras muito especiais: a leitora fantasma na Biblioteca Pública do ERGS; Melânia, a Jovem, que, graças aos seus dotes de leitura,  encantou Santo Agostinho e o chato do São Jerônimo; Leonor de Aquitânia, que passou a vida inteira lutando para assegurar a sua … Continue lendo Texto publicado na revista eletrônica da Dublinense (12/04/2016): “A leitora fantasma”

A beleza de ser formado por momentos

Hoje completamos 53 anos sem William Faulkner, um dos maiores escritores que já passou pela Terra. Apesar de frequentemente associado ao Sul dos Estados Unidos, existe na sua obra uma sutileza criativa que transcende fronteiras, uma capacidade única de desvendar as pequenezas e grandes misérias da condição de ser humano. A melhor forma de homenageá-lo … Continue lendo A beleza de ser formado por momentos

A lápide vazia

Quando estive em Minas Gerais, a opulência do barroco chamou minha atenção, tanto que manifestei neste blog o fato de ter, às vezes, saudade dele (http://wp.me/p24M2p-13). Também falei, de forma breve, sobre as obras de Aleijadinho e a forte impressão que me causaram (http://wp.me/p24M2p-7G), em especial os olhares cheios de sentimento das estátuas. Olhares humanos presos … Continue lendo A lápide vazia