Eu me recuso a aceitar o fim do homem – o discurso de Faulkner

Revisando algumas anotações antigas, acabei me deparando novamente com essa preciosidade que é o discurso de aceitação do Nobel de Literatura de 1949 proferido por William Faulkner. Palavras tão sensatas que merecem ser relidas e inscritas a ferro na memória, ainda mais nos tempos em que vivemos (tradução de Yuri Vieira): “Senhoras e senhores, sinto … Continue lendo Eu me recuso a aceitar o fim do homem – o discurso de Faulkner

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A beleza de ser formado por momentos

Hoje completamos 53 anos sem William Faulkner, um dos maiores escritores que já passou pela Terra. Apesar de frequentemente associado ao Sul dos Estados Unidos, existe na sua obra uma sutileza criativa que transcende fronteiras, uma capacidade única de desvendar as pequenezas e grandes misérias da condição de ser humano. A melhor forma de homenageá-lo … Continue lendo A beleza de ser formado por momentos

Apontamentos sobre “O som e a fúria”, de Faulkner

  A mais difícil experiência no ato de escrever um livro é encontrar a voz da narrativa, aquela sensação de desconforto interno que leva uma pessoa a abandonar a vida cotidiana para se enfurnar nos campos da fantasia. William Faulkner necessitou ser recusado três vezes por editoras para se refugiar no silêncio da própria literatura … Continue lendo Apontamentos sobre “O som e a fúria”, de Faulkner

Reflexões sobre “Antes da batalha”

Na semana passada, deixaram uma mensagem junto ao meu perfil no Facebook. O leitor - Humberto - traçou uma série de elogios a "O Homem Despedaçado", mas chamou a minha atenção o interesse que ele possui pelo primeiro conto do livro, "À espera da batalha". Com relação a este conto, após seguir o tradicional percurso … Continue lendo Reflexões sobre “Antes da batalha”