Uma carta de sir Arthur Conan Doyle para Bram Stoker

Nada como ter ótimos leitores: carta enviada por sir Arthur Conan Doyle para Bram Stoker logo depois da leitura que fez de "Drácula", expressando a sua admiração pelo ritmo e pela intensidade da história. Legal que ele destacou os personagens que mais gostou, e eram personagens secundários: o velho professor (Van Helsing) e as duas … Continue lendo Uma carta de sir Arthur Conan Doyle para Bram Stoker

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Estamos esquecendo aquilo que é importante

Escrevi esse texto para o jornal "Em Questão" do Alegrete, mas, por ser um credo pessoal, acho válido compartilhar aqui também. Boa leitura.   Estamos esquecendo aquilo que é importante O som da chuva batendo na janela do quarto quando tentamos dormir. A risada de uma criança brincando no parquinho. O urro da multidão quando … Continue lendo Estamos esquecendo aquilo que é importante

O fascínio de um poema: “Confidência do Itabirano”, de Carlos Drummond de Andrade

O que eu mais gosto nesse vídeo é o fascínio com que as pessoas se entregam para a ruptura insólita no cotidiano trazida por um poema. Os olhares ficam distantes, as bocas se contraem em sorrisos quase distraídos e, mesmo sem querer, as pessoas se perdem nos meandros de uma poesia que, por meio de … Continue lendo O fascínio de um poema: “Confidência do Itabirano”, de Carlos Drummond de Andrade

Alexandre Dumas pai e as histórias que nunca terminam

Não me perguntem o motivo, mas hoje estava lembrando de alguns detalhes das últimas semanas de vida de Alexandre Dumas, o pai. Conta Alexandre Dumas, o filho, que, certa vez, foi visitar o pai na casa que ele ocupava em Paris. Na época o escritor já estava velho e adoentado, precisando de atenção médica. Ao … Continue lendo Alexandre Dumas pai e as histórias que nunca terminam

Entrevista para o site “Como eu escrevo”

Na semana passada, dei uma entrevista para o José Nunes Cerqueira, que coordena um projeto muito legal, o site "Como eu escrevo", que reúne entrevistas com escritores contemporâneos falando a respeito do seu processo de escrita. A ideia é muito interessante: todo mundo se sente bloqueado às vezes, seja para escrever um texto, seja para … Continue lendo Entrevista para o site “Como eu escrevo”

Obras Inquietas – 63. “O ódio” (1896), de Pietro Pajetta

Na minha coluna dessa semana no "Obras Inquietas" lá no Artrianon, eu falei sobre um quadro do pintor Italiano Pietro Pajetta, "O ódio" (1896), que, bom, como dá para ver pela imagem, captura o exato momento em que começará uma necrofilia. Ele está baseado em duas situações diferentes, mas complementares. O fato - a violação … Continue lendo Obras Inquietas – 63. “O ódio” (1896), de Pietro Pajetta

Nada em excesso – a Taça de Pitágoras

Quem leu o meu livro "Não há amanhã", sabe o quanto admiro a doutrina pitagórica. O conto "O último pitagórico" possui várias frases do filósofo grego desconstruídas e amplificadas dentro da narrativa, em uma verdadeira "carnavalização pitagórica". Mas também apresenta uma inquietação: se a principal ideia de Pitágoras era que tudo podia ser transformado em … Continue lendo Nada em excesso – a Taça de Pitágoras

Sir Walter Scott e a melhor das mortes

As pequenas maravilhas que descobrimos sem querer: alguns dias atrás, estava lendo uma biografia de sir Walter Scott, o autor de clássicos como "Ivanhoé" e "Waverley", e deparei-me com um resumo dos últimos anos de vida do escritor escocês. Após uma síntese seca das doenças que lhe afligiam, surge a seguinte informação: "Nos derradeiros meses … Continue lendo Sir Walter Scott e a melhor das mortes

Crônica: “O mundo nos olhos de um cavalo”

Outra crônica que publiquei no jornal Em Questão, do Alegrete. O que mais gostei nesse texto foi a minha serenidade na condição de autor. Em geral, escrever é um ato que tenta disciplinar (sem sucesso) o caos interno de dezenas de vozes e ideias que se jogam, potros enlouquecidos tentando escapar do cativeiro mental ao … Continue lendo Crônica: “O mundo nos olhos de um cavalo”